Introdução
É com o humilde proposito de
ajudar a esclarecer a luz da bíblia um tema tão relevante e polêmico nos dias
atuais, é que me dispus a escrever este estudo. Tenho consciência que o simples
fato de falar sobre esse tema pode me causar alguns prejuízos, entre eles, ser
considerado atrasado e preconceituoso, mas tenho convicção que expresso nesse
estudo aquilo que vejo como a única verdade bíblica, respeito à bíblia como a
única regra de fé e pratica da vida cristã, e que a mesma tem a sua expiração
divina (II Timóteo 3.16; II Pedro 1.21). Com isso não cabe ao homem por
critério próprio, argumento, doutrinas ou procedimentos eclesiásticos ao seu
bel prazer que não esteja sob o rigoroso crivo da bíblia sagrada. Quero deixar
claro que não é simplesmente aquilo quer eu acho sobre o assunto, mas sim o que
a bíblia diz sobre o mesmo. Um dos maiores problemas que existe nas igrejas é
que a opinião dos líderes valem mais do que a visão bíblica, as tradições de
muitas igrejas é levado em maior consideração do que o verdadeiro ensino
bíblico. Mas o que realmente a bíblia fala sobre o ministério pastoral
feminino?
Para discorremos sobre o tema,
precisamos ver alguns textos da bíblia que os teólogos feministas usam para
defender essa pratica:
Romanos 16:7: “Saudai a Andrônico e a
Júnias, meus parentes e meus companheiros na prisão, os quais se distinguiram
entre os apóstolos e que foram antes de mim em Cristo”.
Esse versículo fala de uma saudação de Paulo a uma pessoa por nome Júnias. Os defensores da ordenação feminina dizem que Júnias era uma mulher exercendo o oficio apostólico, é um erro afirmar que essa pessoa era mulher, pois se observarmos com cuidado o texto, Paulo fala que Júnias era seu parente e companheiro nas prisões, isso deixa claro que Paulo se refere a essa pessoa como sendo de fato um homem. Alguns historiadores afirma que Epifânio relata que Júnia se tornou bispo de Apaméia.
Gálatas 3.28: “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho
nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”. Usam esse texto para dizer que Cristo
aboliu toda diferença entre o homem e a mulher, sendo assim a mulher tem os
mesmos direitos que os homens têm, podendo até exercer o ministério pastoral,
infelizmente os ativistas feministas menospreza o real sentido do texto. Nesse
caso o apóstolo Paulo não está falando da abolição da submissão
feminina e da igualdade de funções eclesiásticas entre homens e
mulheres, mas sim, ele está falando que todos independente da sua raça,
cor, posição social, sexo, são recebidos diante de Deus, da mesma maneira, pela
fé em Cristo Jesus. O texto de gálatas 3.28, nada tem a ver com a chamada
ministerial. A salvação põe homem e mulher em igual posição diante de Deus, no
que se refere à justificação pela fé. Mas não anula a posição bíblica da
liderança do homem tanto na família como na Igreja (Efésios 5.22-24).
Atos 2.16-18:“Mas isto é o que foi dito pelo
profeta Joel: E nos últimos dias
acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os
vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E
os vossos velhos terão sonhos; E também do meu Espírito derramarei
sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão”.
O texto diz que Pedro cita o profeta
Joel que diz: “... e vossos filhos e vossas filhas profetizarão. E também sobre os
servos e sobre as servas...” (Joel 2. 28,29). Usam esse texto para
afirmar que, assim como os homens e as mulheres receberam o Espirito Santo,
sendo assim as mulheres podem exercer as mesmas funções eclesiásticas em que os
homens. Se o texto em questão autoriza as mulheres a exercerem função
eclesiástica nos dias atuais, por que o mesmo texto não autorizava as mulheres
a exercerem nos dias dos apóstolos? O fato das mulheres receberem o
Espirito Santo, não significa obter autorização de Deus para a ordenação
ministerial.
Atos 21.9: “E tinha este quatro filhas virgens,
que profetizavam”. Para defender a
ordenação feminina. Esse texto fala que Felipe tinha quatro filhas que
profetizavam, mas o mesmo texto não faz nenhuma referência que essas moças
exerciam o ministério pastoral.
Filipenses 4.2,3: “O que eu rogo a Evódia e também a Síntique é que vivam em
harmonia no Senhor. Sim, e
peço a você, leal companheiro de jugo, que as ajude; pois lutaram ao meu lado
na causa do evangelho, com Clemente e meus demais cooperadores. Os seus nomes
estão no livro da vida”. Onde Paulo fala de
algumas mulheres que trabalhavam com o apóstolo no evangelho. Mas esse texto
não faz nenhuma menção que elas exerciam o apostolado, ou o pastorado como
queiram, essas mulheres eram simplesmente pessoas que auxiliavam a Paulo no seu
ministério, assim como tantas outras. É um absurdo alguém usar esse texto para
defender a pratica da moda, o ministério pastoral feminino.
É verdade que muitas mulheres
exerciam papel de grande importância no ministério de Cristo, como em Lucas
8.1-3, e no ministério dos apóstolos, tais como. Priscila (atos 18.2; Romanos
16. 3-5); Maria (Romanos 16.6); Trifena, Trifosa e Pérside (Romanos 16.2); Febe
(Romanos 16.1); Evódia e Sentique (Filipenses 4.2,3). Todas essas mulheres que
a bíblia menciona foram grandes ajudadoras, mas nenhuma delas exerceu o
ministério pastoral, ao menos é o que a bíblia diz.
Juízes 4:4,5: “Débora,
profetisa, mulher de Lapido-te, julgava a Israel naquele tempo. Ela se assentava
debaixo da palmeira de Débora entre
Ramá e Betel na região montanhosa de Efraim; e os
filhos de Israel subiam a ter com ela a juízo”. Os Teólogos
que defendem o pastorado feminino dizem se uma mulher, no caso de Débora exercia
uma função de liderança em Israel, por que uma mulher em nossos dias não pode
exercer o pastorado? No texto em questão, Débora exercia um função civil em
Israel e não o sacerdócio, como mulher ela poderia ser uma juíza (função
civil), mas como mulher ela não poderia exercer o sacerdócio.
Provas Bíblicas Contra a Ordenação Feminina
Tenho comentado até agora sobre
alguns textos bíblicos que os teólogos feministas usam para defender a
ordenação feminina. Agora irei provar a luz da palavra de Deus que essa pratica
é ante bíblica e foi combatida na igreja nos dias dos apóstolos.
1. Em 1CORÍNTIOS 11. 2-14, o apóstolo Paulo fala como as
mulheres deferiam se portar no culto, ele parte do princípio da submissão
feminina, no versículo 3, ele fala “que Cristo é o
cabeça de todo o varão, e o varão, a cabeça da mulher; e Deus, a cabeça de
Cristo.” Temos que entender que Deus dar uma perfeita igualdade de salvação tanto
para homens como para mulheres, mas essa igualdade envolve a ordem e a
submissão da mulher, no tocante a autoridade eclesiástica. O texto em
questão fala que o homem é a cabeça da mulher, a palavra cabeça refere-se à
autoridade dada por Deus ao homem para ser exercida sobre sua família e a
igreja. Por isso é ante bíblico o homem exercer liderança sobre sua mulher só
na família, e na igreja a mulher como “pastora” exercer liderança sobre o
homem.
2. 1Corintios 14.34-37, Para entendermos esse texto, e necessário
com o seu contexto, tanto o textual como o histórico.O culto na igreja de
corinto estava enfrentando sérios problemas em relação ao comportamento das
mulheres que estava participando deles. As mulheres estavam insubmissas
atrapalhando o culto fazendo vários questionamentos que na cultura da época não
lhes era permitido, então Paulo de uma forma enérgica começa a doutrinar aquela
igreja, que esse comportamento das mulheres não era e nem são aceitáveis para a
igreja. Quando Paulo diz que “As mulheres esteja caladas nas igrejas, porque
não lhes é permitido falar...” V.34, Paulo se refere há essa questão
das mulheres estarem questionando a liderança da igreja sobre os assuntos que
era discutido e também Paulo deixa claro que não era função da mulher exercer
autoridade na igreja, como o ministério pastoral. Para aqueles que dizem que
Paulo era machista por não aceitar tal autoridade feminina na igreja. Ele fala
nos versículos 37,38 do mesmo capitulo 14, “Se alguém cuida
ser profeta ou espiritual, reconheça que as coisas que vos escrevo são
mandamento do Senhor. Mas, se alguém ignora isso, que ignore.” Paulo deixa claro que
não aceitar o ministério feminino é um mandamento do
Senhor, não era simplesmente a opinião machista de alguém, como muitos dizem,
mas sim uma ordenança do dono da igreja que é Cristo. Agora, para aceitar essa
ordenança de Cristo a pessoa tem que ser espiritual V.37.
3. 1
Timóteo 2.11-14: “ A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não
permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre
o marido, mas que esteja em silêncio. Porque, primeiro, foi formado Adão,
depois, Eva. E Adão não foi iludido, mas a mulher, sendo enganada, caiu
em transgressão.” A ordem de Paulo é clara quando proíbe que a mulher use de (“autoridade
sobre o marido”) V.12. Paulo escreve
para orientar a Timóteo sobre uma perigosa seita que estava surgindo em Éfeso,
que entre vários ensinamentos, ensinavam que as mulheres deveriam reivindicar
os mesmos direitos em que os homens, tanto no lar como na igreja, essa seita
causou grandes prejuízos a igreja de Éfeso (1 Timóteo 5. 1-16). Paulo nesse
texto deixa claro a proibição do exercício ministerial feminino. Mas os
teólogos feministas dizem que essa proibição era só na família, mas seria
profundamente contraditório e confuso da parte de Deus exigir uma liderança
masculina apenas nos lares, e na sua igreja determinar uma postura inversa.
Conclusão
Infelizmente essa pratica de ordenar
mulher ao pastorado é algo comum hoje em muitas igrejas, muitos líderes estão
desprezando a ordem bíblica (1 Timóteo 2.12) que proíbe que a mulher exerça
autoridade eclesiástica sobre o homem, esses mesmos lideres fazem interpretação
ao seu bel prazer dos textos bíblicos que proíbem e essa pratica. Muitos fazem
assim simplesmente para ordenarem esposas, filhas, noras, netas e irmãs da
igreja que tem um certo poder aquisitivo ao ministério pastoral. Mas uma coisa
é certa, tais pessoas que estão submetendo a igreja a uma pratica ante bíblica
e absurda, pagarão um preço muito alto diante de Deus. Só quero lembrar a esses
líderes de grandes igrejas que estão com essa atitude absurda de ordenar mulher
ao santo ministério pastoral. Que no primeiro concilio da Igreja em Jerusalém
no ano 52 D.C. Só encontramos homens tomando decisões que a igreja precisava
(atos 15).
Concluímos que essa pratica de
ordenar mulheres ao ministério pastoral nada, mas é, do que modismo
contemporâneo.
Para apioar o ministério pastoral feminino, teríamos que passar por cima de uma série de texto bíblico. Paulo, ordenou apenas homens ao presbíterio ( at.14 : 23 ) nenhuma mulher foi chamada para acompanhar paulo e Barnabé ( at.14 : 23 ) o Espírito Santo, constituiu, bispos e não bispas. At.20 : 28.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirO machismo nas sociedades antigas expressos nas Bíblia é algo cultural, típico da sociedade daquela época, e não serve para atual sociedade, as culturas, os costumes e as sociedades mudam, graças a Deus. Os estudiosos da Bíblia devem entendê-la como um livro que relata a História de um povo e a atuação de Deus na História, mas não podem achar que “tudo tem que ser do jeito que sempre foi”. Isso é impossível acontecer. É um erro um cristão pensar como um fundamentalista do Islã, onde a tradição religiosa fez do machismo uma doutrina a ser seguida cegamente.
ResponderExcluirUm informação importante para os teólogos de plantão, é que o machismo ou o “poderio do homem” sobre a mulher não surgiu na bíblia, mas já era uma prática muito comum e natural entre os povos pagãos. Ele é do início da humanidade e que cresceu junto a todo o processo de evolução humana. O professor Lucas Francisco Gonçalves, diz que foi a prórpia mulher que deu o poder para o homem:
“Do mesmo modo que a maioria das mulheres hoje em dia, naquela época as primeiras fêmeas se insinuavam mas optavam em esperar o macho da espécie escolhê-la para um relacionamento, ou até mesmo para uma relação sexual. A partir deste momento a mulher deixou o macho com o ‘poder de opção’, pois mesmo que ela o recusasse, a escolha, a primeira decisão seria do macho, pois se ele não tivesse interesse não existiria a possibilidade da recusa. Assim a mulher deu ao homem o poder da escolha, da primeira palavra”
O homem se impôs à mulher pela força física e a mulher permitiu que isso se tornasse natural e cultural. O fato do homem ser mais forte fisicamente em uma sociedade hostil, onde a força física era muito importante para sobreviver, fez o homem sentir a necessidade de proteger a mulher do mesmo jeito que os pais se sentem em posse do filho, por ele ser frágil e necessitar de cuidados, os homens se sentiram em posse da mulher e as mantiveram nas cavernas, para proteção. Assim, o machismo evoluiu.
Ocorre que atualmente vivemos em uma sociedade onde o PODER não é mais a força física, mais o CONHECIMENTO é poder. E nesse particular, tem muitas mulheres com mais poder que muitos homens, isso se aplica ao poder espiritual também. Mas o problema é que muitas mulheres não tem o devido reconhecimento nas Igrejas conservadoras. Assim persiste o machismo. É preciso uma outra cultura e teológica na igreja. Pois como diz Paulo, quando era menino pensava como o Apostolo Paulo.
“quando, no entanto, chegar o que é perfeito, o que é imperfeito será extinto.11Quando eu era criança, pensava como menino, sentia e falava como menino. Quando cheguei à idade adulta deixei para trás as atitudes próprias das crianças”. É preciso uma nova Cultura Social e Teológica nas Igrejas.
Pensemos de outra maneira... Deus não muda a cultura mas Ele se age apartir dela. Por exemplo, o fato do Anjo ter dito para José tomar Maria como sua esposa, foi algo estratégico, um meio para que Maria não fosse hostilizada ou apedrejada naquela sociedade machista. Mas em outra sociedade Maria poderia ter tomado a decisão sozinha de criar o menino gerado do Espirto Santo. Pois Ela era forte o suficiente para criar o meninno Jesus, era uma bendita entre as mulheres, como de fato, A bíblia relata, ela sustentou sua família praticamente sem a presença de José, pois o tal José sumiu na História do Evangelho de forma surpreendente. Por que será?
Ai eu pergunto mais, será que a Igreja Cristã hoje seria feminista se a figura de José não tivesse aparecido no texto sagrado? Ou será que o feminismo na Igreja deste mundo hipotético seria idêntico ao machismo? Pensando um pouco além, haveria a possibilidade de não existir nem feminismo, e nem machismo na Igreja?.
Nobre Dr. Emerson, Saudações.
ResponderExcluirEm primeiro lugar, quero agradecer-te por visitar o meu blog. No seu comentário estive observando, que você não tomou o devido cuidado, quando deixa transparecer que a bíblia apoia um impiedoso preconceito contra as mulheres, principalmente o novo testamento que peguei por base para fazer o meu comentário. Irei mostrar a você que é o contrário, que Jesus e seu discípulos travaram uma dura luta contra a sociedade machista da época em defesa das mulheres.
Se você observar a cultura dos hebreus nos dias de Jesus, por exemplo: No templo de Jerusalém, mulheres eram limitadas a uma área externa que era cinco degraus abaixo da área dos homens. Nas sinagogas, as mulheres eram separadas dos homens, não podendo se quer fazer alguma pergunta, um rabino em Israel considerava como algo impuro falar com uma mulher em público, o testemunho de uma mulher não era considerado válido em Israel.
Quero lhe mostrar agora como Jesus lutou contra essa cultura machista.
1º. Em João Cap. 4, encontramos Jesus conversando com uma mulher de Samaria. Observe que Jesus fala com uma mulher, sendo ela ainda samaritana era algo absurdo naquela época, Jesus não se deixou levar pelo preconceito de sua sociedade.
2º. Em Lucas 10: 38-42 fala que Jesus tinha duas grandes amigas em Betânia, nesse texto está claro que além de Jesus tê-las como amigas, Jesus entrou na casa delas, comia e as ensinava, essa atitude de Jesus naquela época era algo absurdo para um Judeu fazer.
3º. Na sua ressureição Jesus apareceu primeira para uma mulher (Mc.16:9-11). Jesus sabia que naquela época o testemunho de uma mulher não era aceito, mesmo assim ele apareceu, primeiro para Maria Madalena.
4º. Em Lucas 7:36-50, Jesus usou de misericórdia com uma mulher pecadora. Esse texto sagrado é claro de como Jesus honrava e respeitava as mulheres, aqui fala sobre uma mulher pecadora que ungiu os pês de Jesus. O fariseu criticou consigo mesmo a Jesus, pôr o mesmo ter deixado uma pecadora tocar nele e ungi-lo. Jesus por sua vez se levantou-se e defendeu aquela mulher e a deixa em igualdade com o fariseu. Jesus nunca agiu com preconceito com qualquer mulher. Uma outra atitude nobre de Jesus em relação as mulheres é que o mesmo deixava as mulheres segui-lo para onde ele ia.
Tenho mostrado algumas atitudes de Jesus em relação as mulheres, atitudes essas que mostra como Jesus cuidava e valorizava as mesmas, mas no tocante a isto, quando Jesus escolheu os seus discípulos, ele não chamou nenhuma mulher para ser “discípula”. Essa atitude de Jesus não caracteriza nenhum preconceito com as mulheres.
Um outro ponto que eu quero abordar é a questão da cultura. Quero deixar claro a você que Deus nunca vai baixar os seus princípios eternos ao ponto de se encaixar no nosso. O homem é que tem que elevar o seu padrão de vida até encaixa-se nos padrões de Deus. As escrituras Sagradas não foram escritas para serem atualizadas de acordo com a evolução da cultura humana, os princípios bíblicos nunca irão se adequar ao homem para satisfazer a quem quer que seja. O homem tem que ter o discernimento moral para separar formas comportamentais que não condizem com a palavra de Deus.